Especialistas em direitos humanos

Defensores de direitos humanos, especialistas e profissionais são cruciais para o trabalho desenvolvido pela HRMI. Queremos que as suas vozes sejam ouvidas e contamos com as suas contribuições, particularmente no nosso inquérito anual a especialistas em direitos humanos.

Se foi convidado a contribuir com dados para o nosso estudo por peritos, queira por favor fazê-lo! Isto requererá que preencha ‘online’ um questionário multilingue sobre o nível de respeito pelos direitos humanos no seu país. Partilhar a informação que possui sobre a violação de direitos humanos no seu país permitirá que mais pessoas conheçam esta realidade.

Muito obrigado a todos os que contribuíram com o seu conhecimento para a realização deste inquérito sobre direitos humanos ou que o preencheram. Estamos muito gratos pelas vossas contribuições.

O nosso estudo por peritos é realizado anualmente a partir de fevereiro/março em aproximadamente 40 países e territórios:

Samoa Americana, Angola, Arábia Saudita, Austrália, Brasil, Ilhas Cook, República Democrática do Congo, Estados Federados da Micronésia, Ilhas Fiji, Polinésia Francesa, Guame, Jordão, Cazaquistão, Quiribati, Quirguistão, Libéria, Ilhas Marshall, México, Moçambique, Nauru, Nepal, Nova Caledónia, Nova Zelândia, Niue, Ilhas Marianas do Norte, Palau, Papua-Nova Guiné, Samoa, Ilhas Salomão, Coreia do Sul, Toquelau, Tonga, Tuvalu, Reino Unido, Estados Unidos, Vanuatu, Venezuela, Vietname, e Wallis e Futuna.

Se desejar indicar o seu país para inclusão nos próximos anos, por favor contacte-nos.

Porquê contribuir?

Aqui está o que dizem outros sobre o motivo pelo qual deve contribuir:

“Dados comparativos sobre o desempenho dos direitos humanos por países constituem uma maneira útil de responsabilizar os governos. O trabalho da Iniciativa de Medição dos Direitos Humanos depende da cooperação dos defensores de direitos humanos em todo o mundo para desenvolver e partilhar os melhores dados possíveis e fazer uso dos resultados.”

Ken Roth, Diretor Executivo, Human Rights Watch

Ninguém compreende melhor a situação dos direitos humanos num país do que os especialistas locais e internacionais e os ativistas que trabalham para mitigar violações de direitos no local. Ao partilhar os seus conhecimentos, ajudará a HRMI a adotar a medida mais eficaz possível.

– Brian Root, Analista Quantitativo, Human Rights Watch

Em África, somos obrigados a trocar direitos e dignidade pelo fetiche do desenvolvimento económico. Com os nossos corações, mentes e corpos recusamo-nos a fazê-lo. Travamos uma boa batalha. A HRMI é uma das nossas armas nesta luta. Junte-se a nós!

– David Matsinhe, Especialista de Investigação Lusófona da Amnistia Internacional, África Austral

A informação recolhida pelos especialistas locais pode servir como uma importante avaliação do impacto dos defensores de direitos humanos numa ampla secção de países ao longo do tempo. A luta pelo respeito universal dos direitos humanos em toda a parte requer bons dados.”

– Scott Edwards, Assessor de Crise Sénior, Amnistia Internacional

Para mais informação sobre como e porquê estamos a recolher informação, queira por favor consultar a nossa página em medição de direitos humanos civis e políticos.

Quem pode participar no inquérito?

Os participantes no inquérito são investigadores e profissionais de direitos humanos que monitorizam eventos em qualquer um dos países nos quais recolhemos dados. Devem enquadrar-se numa das seguintes categorias:

  • Especialistas em direitos humanos (investigadores, advogados ou outros profissionais) que monitorizam direitos civis e políticos num país piloto. Podem estar a trabalhar numa ONG internacional ou doméstica ou numa organização da sociedade civil.
  • Jornalistas que façam a cobertura dos direitos humanos num país.
  • Funcionários de instituições nacionais de direitos humanos, se as mesmas tiverem sido acreditadas com estatuto superior (A), o que significa que estão em total conformidade com os Princípios de Paris.

Na maioria dos casos, os participantes vivem no país sobre o qual estão a fornecer informações. Para países com menos liberdade admitimos que alguns participantes residam fora do país.

Em conformidade com a nossa filosofia de nos mantermos independentes,  não recolhemos informação de autoridades governamentais nem de funcionários que trabalhem em ONGs do governo.

A nossa prioridade é recorrer a inquiridos com acesso a fontes primárias e que sejam, frequentemente, o primeiro ponto de contacto para informações sobre direitos humanos no terreno. Por este motivo, não procuramos académicos para responder aos inquéritos.

Uma vez que não temos capacidade para avaliar todos os potenciais participantes do inquérito, trabalhamos com Embaixadores de países e parceiros de confiança que nos põem em contacto com possíveis participantes que obedecem aos critérios mencionados acima.

Parceiros de confiança são funcionários de ONGs internacionais e certificadas de direitos humanos, redes de pequenas ONGs nacionais de direitos humanos, redes de outros profissionais especializados (como jornalistas) ou prestigiadas instituições nacionais de direitos humanos. Ainda assim, este é um estudo completamente independente destas organizações, que não têm qualquer responsabilidade no trabalho levado a cabo pela HRMI. Alguns dos nossos parceiros incluem: a Amnistia Internacional, o East Asia Forum, o Comité de Proteção de Jornalistas (CPJ), a Human Rights Watch (HRW), o Fund for Global Human Rights, a ATLAS Women e a Global Investigative Journalism Network (GIJN).

Protegemos rigorosamente a identidade dos participantes no inquérito, de modo a não os colocar em risco por partilharem a sua perceção dos eventos connosco. Pode ler a nossa política de segurança e orientações.

Agradecemos o seu interesse na HRMI. Siga-nos no Twitter, YouTube, LinkedIn e Facebook, e subscreva a nossa newsletter aqui