Dados em ação

Como pode utilizar os dados da HRMI para melhorar as vidas das pessoas? Aqui estão algumas ideias. (O idioma dos artigos é o inglês.)

Esta página é uma coleção de histórias, links e casos de estudo de como as nossas métricas estão a ser utilizadas por um conjunto de utilizadores em todo o mundo. Partilhe a sua história connosco!

Advocacia | Pesquisa | Governo e Políticas | Institutos Nacionais de Direitos Humanos | Negócios | Nações Unidas | Filantropia | Desenvolvimento | Os dados da HRMI como recurso

Advocacia

PVINZ lançou um apelo ao governo da Nova Zelândia para atuar em assuntos de apoio à incapacidade, utilizando os nossos dados de 2020.

Peter Whiting coloca os dados da HRMI numa posição de destaque no seu editorial ponderado no desempenho misto em direitos humanos da Austrália, para Relações de Política Social.

“Tenho esperança que a medição quantitativa da performance em direitos humanos, reconhecida por medidas de monitorização como a HRMI, possa atuar como farol para governos em todo o mundo, levando-os a comprometer-se com a adoção de medidas que melhorem o seu posicionamento na tabela da liga de direitos humanos.”

O Human Rights Pulse citou os dados da HRMI relativos à execução extrajudicial e tortura nos EUA, em Hipocrisia e abusos aos direitos humanos na terra das pessoas livres.

Esta publicação sobre violações dos direitos humanos por parte da polícia na Austrália cita a pontuação da HRMI para a Austrália, particularmente no que toca aos Australianos Indígenas, bem como informações da Advogados Australianos para os Direitos Humanos, a Comissão Real para óbitos sob custódia, e a Comissão Australiana para Reformas na Lei.

O ISHR, a ONG baseada em Genebra focada nos defensores dos direitos humanos, utilizou dados da HRMI no  relatório sobre a intimidação e abusos de direitos humanos.

O Gabinete Regional da África do Sul da Amnistia Internacional contactou a HRMI para assistir na utilização dos dados sobre ESR da HRMI para um relatório sobre os direitos económicos e sociais em Angola. (Um esboço do relatório foi finalizado, mas a publicação foi adiada devido à COVID-19.)

Joshua Alade, da organização nigeriana da sociedade civil Youth SDGs, forneceu-nos este feedback na sua utilização dos nossos dados:

“A reunião com o secretário geral adjunto Amina Mohammed correu bem. Consegui utilizar as estatísticas da Iniciativa de Medição de Direitos Humanos para manifestar a necessidade urgente de investimento em educação e formação para os jovens na Nigéria, visto que este é o melhor caminho para o desenvolvimento sustentável. Vamos acolher diálogos por toda a Nigéria, para perceber as aspirações dos jovens nigerianos, no que toca a trabalho digno, e os dados da HRMI são verdadeiramente valiosos.

Vamos reunir com representantes do governo em dez estados nigerianos, ao longo do próximo mês, e estes dados vão estar no centro da nossa conversa.”

O Centro de Estudos Interdisciplinares de Comunicação referenciou os resultados da HRMI relativos a Moçambique, no que toca ao direito à liberdade de opinião e expressão no seguinte artigo: O Direito à Liberdade de Expressão no Contexto Moçambicano . Em Português, com resumo em Inglês.

Josef Benedict da CIVICUS utilizou os dados da HRMI num artigo da DevPolicy sobre o registo dos direitos humanos das Fiji.

O Instituto Australiano para os Direitos Humanos, na Universidade de New South Wales, publicou um artigo sobre os dados da HRMI para a Austrália.

O blogue Direitos Humanos em Casa discutiu os resultados da HRMI para os Estados Unidos.

A Direitos Humanos Conectados adicionou um perfil da HRMI ao seu website de recursos, como uma ferramenta para ativistas.

A AMES Austrália, uma organização para refugiados e migrantes, relatou o lançamento de dados da HRMI, com um enfoque particular nos resultados australianos.

Lauren Jurgemeyer citou os dados da HRMI para Moçambique neste relatório sobre a liberdade de expressão e de imprensa.

O Grupo de Direitos Universais (URG) em Genebra abordou a HRMI para colaborar em diversos projetos. Em conjunto, as duas organizações publicaram em conjunto um relatório utilizando os dados da HRMI, para clarificar a situação global de direitos humanos, e um artigo sobre como os dados da HRMI podem ser úteis para países que almejam os SDGs.publica A colaboração está em curso, com a URG a planear novas inovações como forma de encorajar a utilização de dados da HRMI, para responsabilizar os países no sistema das Nações Unidas.

Pesquisa

A organização indígena, Eastland Community Trust, utilizou dados da HRMI no seu relatório sobre o bem-estar da comunidade Tairāwhiti, Tū ora ai tātou – Vivendo bem em sociedade, em conjunto com a sua comparação de quadros de bem-estar locais, nacionais e internacionais.

O Instituto da Prevenção destacou os dados de 2019 da HRMI na sua síntese dos media de saúde pública, e citou o artigo da Vox de Lauren Wolfe.

O artigo de Todd Landman, Medindo a escravatura moderna: lei, direitos humanos e novas formas de dados, que cita a HRMI, foi publicado na Trimestral de Direitos Humanos (Johns Hopkins University Press).

Um artigo revisto por pares sobre a HRMI foi publicado na Revista de Direitos Humanos.

Um segundo artigo (mais técnico) foi publicado no Journal of Peace Research.

A Associação para a Investigação Independente da Nova Zelândia (IRANZ) publicitou os nossos dados de 2019 no seu website.

A Universidade de Warwick, RU, incluiu a HRMI na sua Base de dados Global de Benchmarking.

O académico Todd Landman discutiu o HRMI num artigo do Delta8.7 sobre inovações na investigação que possam ajudar na luta contra a escravatura moderna.

Governo e Políticas

Tivemos conhecimento de vários exemplos específicos de governos que utilizam os nossos dados para fins internos, mas estes exemplos não estão disponíveis no domínio público.

A Agência Sueca da Cooperação para o Desenvolvimento Internacional (Sida) informou sobre o desenvolvimento de um novo quadro e ferramentas para a análise multidimensional da pobreza, e de que pretendem incluir uma ligação para o Rights Tracker da HRMI, encorajando os colegas da Sida a utilizar os dados da HRMI no seu trabalho analítico.

A Professora Diane Desierto escreveu sobre O Mito e o Caos de ‘Build Back Better’: Tomada de Decisões relativas aos Direitos Humanos e o Imperativo da Dignidade Humana durante a COVID-19 referindo-se ao HRMI Rights Tracker como uma “nova ferramenta tecnológica criativa” no European Journal of International Law.

O Serviço de Investigação do Parlamento Europeu incluiu o nosso artigo na Revista de Direitos Humanos num PDF que compõe a coleção de leituras sobre direitos humanos para os deputados.

O Ministério da Justiça e o Tesouro da Nova Zelândia sugeriram que o trabalho da HRMI deva ser incorporado em esforços futuros de medição do bem-estar da Nova Zelândia neste artigo de discussão sobre Justiça, Bem-estar e Capital Social por Tim Hughes.

O Alto Comissariado da Nova Zelândia, Nuku’alofa, Tonga convidou a HRMI a discutir o Relatório Pacífico numa conferência via zoom, assistida por vários defensores de direitos humanos dos media, sociedade civil, grupos de jovens, deficiência, bem como por representantes do Ministério da Justiça e do gabinete de Ombudsman.

Institutos Nacionais de Direitos Humanos

Um comunicado de imprensa sobre os dados para a NZ de 2020 da HRMI, da Comissão de Direitos Humanos indica que Novos dados sobre direitos humanos mostram que a Nova Zelândia está aquém.

O Comissário Chefe para os Direitos Humanos da Nova Zelândia utilizou os dados da HRMI para debater publicamente um maior respeito pelos direitos a habitação e educação, e para mobilizar o país a acolher o escrutínio internacional, neste artigo de opinião sobre a Nova Zelândia em The Spinoff.

Negócios

A ZIGRAM incluiu os dados da HRMI no seu  boletim semanal de ativos de dados.

Nações Unidas

Funcionários da Relatora Especial do direito a habitação adequada das Nações Unidas, Leilani Farhar, pediram contribuições da HRMI antes da sua visita oficial à Nova Zelândia.

Membro das Nações Unidades e especialista independente sobre os direitos dos idosos, Rosa Kornfeld-Matte solicitou a contribuição da HRMI antes da sua visita oficial à Nova Zelândia.

Funcionários da Relatora Independente sobre o direito à saúde das Nações Unidas, Dainius Pūras, pediram contribuições da HRMI antes da sua visita oficial à Nova Zelândia (visita subsequentemente adiada devido à COVID-19).

O nosso Embaixador para a Jordânia enviou-nos uma cópia em PDF da ficha que recebeu como contexto para reportar na 42ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU. A ficha começa com citações dos dados da HRMI para a Jordânia.

Filantropia

A organização de apoio de dadores WINGS incluiu a HRMI numa lista de recursos para dadores    para a tomada de decisões sobre financiamento durante a pandemia da COVID-19.

O editorial de revista Alliance elogiou os dados da HRMI a financiadores e filantropos.

Desenvolvimento

A Devex publicou este artigo para a comunidade do desenvolvimento global, sobre o que os dados nos dizem sobre o estado dos direitos humanos.

Os dados da HRMI como recurso

A Rede de Informações da Saúde de Australianos Indígenas incluiu dois links para dados da HRMI nas suas páginas de recursos. Os dados analíticos do nosso website mostram que os utilizadores clicam nestes links frequentemente.

A Transparência Internacional (ramo da Nova Zelândia) deu destaque à HRMI no seu website.

A New Demagogue incluiu a HRMI na sua recolha de inquéritos comparativos internacionais   sobre a qualidade da democracia, bem como da aplicação de direitos humanos individuais e sociais.

A Rede de Jornalismo de Dados Europeia inclui a HRMI numa lista de recursos de “dados úteis”.

A Rede Global de Jornalismo de Investigação (GIJN) recomenda regularmente aos seus membros a utilização de dados da HRMI em reportagens de investigação e inclui a HRMI no seu website como um recurso de dados.

Várias páginas da Wikipedia utilizam dados da HRMI, incluindo as páginas Jair Bolsonaro, Direitos Humanos em Moçambique, e Educação no Uganda.

A Educadores de Direitos Humanos EUA (HRE USA) publicitou os nossos dados no seu website.

Em curso: Cursos Universitários
Dados analíticos dos dados de encaminhamento do nosso website sugerem que existe pelo menos 20 universidades diferentes, de vários países, a direcionarem os estudantes a utilizarem os nossos dados.